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Distrito Federal: HOB alerta para diagnóstico precoce do Retinoblastoma

Tumor maligno pode levar crianças à cegueira

27 de novembro é o Dia Nacional de Combate ao Câncer. A data, criada em 1988, tem como objetivo alertar para as diversas formas de prevenção e de tratamento da doença. Entre elas, o Retinoblastoma, tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, acometendo, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. De acordo com a Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (Tucca), no Brasil são registrados cerca de 400 novas ocorrências de retinoblastoma por ano, sendo 40% de origem hereditária. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. “É o tumor ocular maligno mais frequente na infância, decorrente de uma mutação no gene RB1 do cromossomo 1. De caráter hereditário, ou não, a doença pode afetar um ou os dois olhos da criança e manifesta-se nos primeiros anos de vida, sendo o diagnóstico precoce de fundamental importância para o sucesso do tratamento”, explica o dr. Victor Saques, médico do Hospital Oftalmológico de Brasília (HOB).

Como diagnóstico, o oftalmologista ressalta a importância do Teste do Olhinho ainda na maternidade. “O exame é uma triagem valiosa que auxilia no diagnósticodesta e de outras doenças e deve ser feito logo após o nascimento do bebê. Caso apareça suspeitas de retinoblastoma, o recém-nascido deve ser encaminhado imediatamente para o médico especializado. O histórico familiar, o exame de fundo do olho e o ultrassom também são elementos importantes para confirmar o diagnóstico”, orienta.

Outra forma de descobrir se a criança tem ou não algum problema relacionado com a doença é observar fotografias. “Se em vez de um reflexo vermelho nos olhos, provocado pelo flash, houver uma mancha branca, conhecida como leucocoria, recomenda-se levar a criança ao oftalmologista para uma análise”, explica dr. Victor. Segundo ele, entre as formas detratamento estão a quimioterapia intraarterial, a radioterapia e o tratamento oftalmológico a laser, todos com bons resultados. “Mas nos casos mais graves, quando o tumor já está ; em um estado avançado, infelizmente, é preciso retirar o globo ocular e verificar se há disseminação sistêmica para o sistema nervoso central, por exemplo. Neste caso, pode ser fatal. Por isso, a importância de descobrir o problema o quanto antes”, conclui o médico do HOB.

Jonal Bnews – 22/11/2017 – Por Paulo Almeida


 

 

4 fatos importantes sobre retinoblastoma, um câncer infantil

Ainda temos muito a fazer contra o tumor ocular mais prevalente na infância – e conhecer mais sobre ele é o primeiro passo para superá-lo

O retinoblastoma é o câncer ocular mais comum na infância. Só que, na prática, só cerca de 400 crianças brasileiras sofrem com ele por ano — o que o torna uma doença rara e, portanto, escondida de boa parte da população.

Qual uma das piores consequências disso? O diagnóstico tardio, que diminui drasticamente as chances de cura. “É essencial detectar quanto antes o problema, não só para que seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança”, retrata Sidnei Epelman, oncologista pediatra e presidente da TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer.

Em homenagem ao Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, o Hospital Santa Marcelina (que tem uma parceria com a TUCCA), levantou alguns dados importantes sobre essa doença dentro da instituição. Cada uma das informações oferece um ensinamento importante sobre o inimigo da vez. Confira:

Quase 100% dos pacientes podem ser curados se o retinoblastoma é detectado cedo
O diagnóstico precoce é fundamental. Como dá pra desconfiar dessa encrenca? Um dos principais sintomas é a leucoria, um reflexo branco na pupila que muitas vezes só é notado sob luz artificial ou em fotos.

Ocorre que, em geral, a leucoria surge em situações mais avançadas. Antes dela, a criança pode apresentar sensibilidade à luz, estrabismo e outros desvios oculares. É crucial investigar anormalidades nos olhos.

Além disso, todo bebê deveria passar pelo teste do olhinho após o nascimento. E repeti-lo com frequência até os 5 anos, faixa etária mais atingida pelo retinoblastoma.

Infelizmente, metade dos pequenos que chega ao Hospital Santa Marcelina com essa enfermidade já está em estágio avançado.

Saúde Abril – 17/09/2017 – Por da Redação


 

 

Campanha contra o câncer que atinge os olhos das crianças tem o apoio institucional da SBP

Você sabia que câncer de olho numa criança pode cegar e matar? Para mudar essa realizada a Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer (TUCCA) e o Hospital Santa Marcelina, em São Paulo, juntaram forças para fazer uma campanha em favor da conscientização e do incentivo ao diagnóstico precoce do retinoblastoma, o tipo de neoplasia ocular mais comum na infância. A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) decidiu apoiar e divulgar essa causa, que tem em 18 de setembro sua data nacional.

ACESSE E SAIBA MAIS SOBRE A TUCCA

“Trata-se de uma doença grave, cuja prevenção e diagnóstico precoces, podem ter resultados muito positivos. Não poderíamos deixar de dar o apoio dos pediatras a esse trabalho que salva vidas e oferece qualidade de vida”, disse a presidente da SBP, dra Luciana Rodrigues Silva.

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor que atinge, em sua maioria, crianças de 0 a 5 anos, sendo que 90% dos casos ocorrem em crianças com até 4 anos de idade. Ele é maligno e se desenvolve na retina, podendo ser hereditário ou não.

CONFIRA AS PEÇAS DA CAMPANHA

CONFIRA AQUI O INFOGRÁFICO

CONGÊNITA – A doença ainda pode ser congênita ou se manifestar nos primeiros anos de vida das crianças e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários. Atualmente, cerca de 50% dos casos diagnosticados no país são identificados tardiamente, o que reduz as chances de tratamento e cura do tumor. O que pouca gente sabe é que, se a doença for diagnosticada precocemente, pode ter cura em até 100% dos casos.

“É essencial detectar o quanto antes a doença, não só para que o câncer seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança”, explica dr. Sidnei Epelman, oncologista pediatra e presidente da TUCCA, uma entidade que, em 19 anos de atividade, já assistiu mais de 3.000 pacientes (crianças e adolescentes carentes com câncer, sem custos ao paciente ou à família), com taxas de cura próximas a 80%, índice 60% acima da média brasileira, igualado somente aos da Europa e dos Estados Unidos.

O ponto alto da campanha será o dia 18 de setembro, explica o dr Sidnei Epelman, também diretor do Departamento de Oncologia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina e coordenador de grupos cooperativos para tratamento dos tumores cerebrais da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE). O grupo chama a atenção de estar atento aos sinais do aparecimento da doença.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO – O principal sintoma é a leucocoria, presente em 90% dos casos diagnosticados. A leucocoria é caracterizada por um reflexo branco na pupila, conhecido como reflexo do olho de gato. Essa mancha esbranquiçada indica que uma fonte luminosa está incidindo sobre a superfície do tumor e impede a passagem de luz. Sem a passagem de luz, as vias óticas para o centro da visão no cérebro não se desenvolvem e atrofiam.

Esse reflexo branco, muitas vezes, só é notado sob a luz artificial, quando a pupila está dilatada, ou em fotos, quando o flash bate sobre os olhos. Nos olhos saudáveis, esse reflexo é sempre vermelho. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular.

Apesar de o principal sintoma ser a leucocoria, o seu aparecimento significa que a doença já está em estágio avançado e as chances de salvar o olho da criança serão menores. Antes disso, a criança já pode apresentar como sintoma sensibilidade à luz (fotofobia) ou um desvio ocular, por exemplo, estrabismo. Por isso, é extremamente importante que, ao perceberem qualquer anormalidade nos olhos do filho, os pais procurem um médico o quanto antes. O diagnóstico precoce possibilita o tratamento adequado e aumenta as possibilidades de preservar a visão e a vida da criança acometida pela doença.

NASCIMENTO – O teste do olhinho deve ser realizado logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos, faixa etária mais atingida pela doença. O teste é simples e pode detectar qualquer alteração no eixo visual, levantando a suspeita da existência de um tumor, que pode ser confirmado pelo exame de fundo de olho. Além do retinoblastoma, o exame pode detectar outras doenças, como catarata e glaucoma congênito.

Referência internacional no tratamento do retinoblastoma, o Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, do Hospital Santa Marcelina em parceria com a TUCCA, está equipado com aparelhos de última geração e oferece opções terapêuticas de ponta, como a quimioterapia intra-arterial, uma técnica minimamente invasiva, que permite a administração de doses muito menores de medicamentos e, consequentemente, menos efeitos colaterais.

O oncologista pediatra e presidente da TUCCA, dr. Sidnei Epelman, explica que o objetivo dessa técnica é conseguir salvar o olho do paciente. “É um privilégio ter a possibilidade de conseguir não só curar, mas salvar o olho da criança. O tratamento padrão é a enucleação (retirada do olho), mas com a quimioterapia intra-arterial podemos salvar o olho e a visão da criança”, completa.

Dados estatísticos sobre retinoblastoma no Hospital Santa Marcelina/TUCCA

40% dos casos são hereditários
90% dos pacientes têm chances de cura quando o problema é detectado cedo
50% das ocorrências da doença ainda são diagnosticadas tardiamente
11% de casos neoplásicos
3ª maior incidência do tipo de câncer
Meninos 122 | Meninas 101
Média de idade ao diagnóstico: 1 ano e 6 meses
Média entre os primeiros sinais e sintomas até o diagnóstico: 5 meses
Histórico de câncer na família: 65% Sim | 35% Não

Sociedade Brasileira de Pediatria – 06/09/2017 – SBP em Ação


 

 

FOTOGRAFIA PODE AJUDAR A DESCOBRIR O RETINOBLASTOMA, UM TUMOR OCULAR

Dia 18 de setembro é o dia nacional da conscientização e incentivo ao diagnóstico de retinoblastoma, doença que pode ser notada através da fotografia

O dia foi instituído pela TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer) para educar a população brasileira sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer ocular mais comum na infância. O objetivo da campanha é salvar a visão e a vida de milhares de pequenos Brasil afora. O retinoblastoma pode causar cegueira e até levar a criança à morte.

O número de crianças identificadas tardiamente com o problema, quando a doença já está em um estágio avançado, ainda é alto no país, cerca de 50%, o que reduz as chances de tratamento e cura do tumor. O que pouca gente sabe é que, se a doença for diagnosticada precocemente, pode ter cura em 90% dos casos.

Para alertar a população sobre o mal do tumor ocular, o TUCCA vem anunciando como a doença pode ser detectada através de uma foto. O olho da criança apresenta o reflexo pupilar branco, também chamado de olho-de-gato.

SAIBA MAIS SOBRE O RETINOBLASTOMA
O retinoblastoma é um tumor maligno originário de células da retina. Pode estar presente já ao nascimento ou aparecer até os cinco anos de idade. Pode provocar cegueira e até levar o paciente à morte.

Quando diagnosticado precocemente, é uma doença curável, inclusive com a preservação da visão e da vida da criança. Quanto antes o retinoblastoma for detectado, mais chances de ser curado! Procure um médico.

Revista FHOX – Redação


 

 

Para alertar sobre cegueira, Cristo Redentor ficará apagado por 10 minutos

Ato visa conscientizar as pessoas sobre a Retinoblastoma, doença que já atinge 400 crianças anualmente no Brasil

Nesta segunda-feira, 18, o Cristo Redentor ficará apagado por 10 minutos, a partir das 19h. O ato busca chamar a atenção para o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, doença que atinge 400 crianças anualmente no Brasil.

A iniciativa partiu da Arquidiocese do Rio de Janeiro junto à Associação para Crianças e Adolescentes comCâncer (TUCCA). Com o ato, esperam reforçar a importância do diagnóstico precoce e sobre este tumor ocular que é muito comum na infância.

O retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina. Pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários. Crianças de até cinco anos de idade são as maiores vítimas. Quando diagnosticado precocemente, porém, o índice de cura pode chegar a 100%.

Os principais sintomas são leucocoria, que pode ser percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança. Outros sintomas são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Canção Nova Notícias – 18/09/2017 – Da redação, com Santuário Cristo Redentor


 

 

Cristo Redentor é apagado para alertar sobre cegueira que acomete crianças

Iniciativa é da Arquidiocese do Rio de Janeiro em parceria com a Associação para Crianças e Adolescentescom Câncer.

Nesta segunda-feira, 18 de setembro, o monumento ao Cristo Redentor fica apagado por 10min, a partir das 19h, em atenção ao Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, para conscientizar a sociedade sobre a cegueira que pode acometer as crianças caso a doença não seja diagnosticada precocemente.

A iniciativa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, em parceria com a Associação para Crianças e Adolescentescom Câncer (TUCCA), visa reforçar a importância do diagnóstico precoce e o conhecimento da população sobre o tumor ocular mais comum na infância.

Sobre o Retinoblastoma

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, e pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários.

A doença acomete, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. Seu principal sintoma é a leucocoria, caracterizada pelo “reflexo de olho de gato”, percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança.

Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Por – DomTotal – 18/09/2017


 

 

Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma

Diagnóstico precoce do retinoblastoma e prevenção da cegueira infantil

O retinoblastoma é o câncer intraocular mais comum na infância. Acomete cerca de um em cada 20 mil nascidos vivos, com maior incidência nas crianças com menos de cinco anos de idade. Por iniciativa daAssociação para Crianças e Adolescentes com Câncer (TUCCA), a lei Nº 12.637 estabeleceu que 18 de setembro é Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma.

Esse tumor pode ocorrer em um olho ou em ambos, sendo que os bilaterais são sempre hereditários. A maioria dos casos de retinoblastoma ocorrem esporadicamente.

A apresentação mais comum da doença é a do reflexo ocular branco ou “sinal do olho do gato”. Outras manifestações da doença incluem o estrabismo, o eritema conjuntival e a diminuição da acuidade visual. Menos comumente pode se manifestar por celulite periorbitária, dilatação unilateral da pupila, heterocromia, nistagmos e atraso do crescimento.

O prognóstico depende, fundamentalmente, do estadio (extensão clínica da doença) em que é feito o diagnóstico. Mais de 90% dos casos de tumores intraoculares detectados em estadios iniciais são curáveis e em grande parte deles com preservação da visão.

No Brasil, infelizmente muitas vezes o diagnóstico ainda é realizado tardiamente, comprometendo o resultado final do tratamento.

O objetivo deste dia é chamar a atenção da comunidade científica e leiga para importância do diagnóstico precoce do retinoblastoma, visando mudar a realidade da doença no Brasil.

Por – EI! Anota Aí – 18/09/2017


 

 

Câncer ocular atinge crianças de até 5 anos

 

A gente não gosta de falar de assunto difícil. mas não tem jeito. Tem horas que a gente precisa encarar. Hoje é o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. É importante você saber porque, de acordo com o Ministério da Saúde, esse câncer é responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil.

O retinoblastoma é um tipo de tumor maligno que se desenvolve na retina, pode ser hereditário ou não, causar cegueira ou até levar à morte. Por isso, a TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, promove uma forte campanha de conscientização e prevenção com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre a doença já que, se diagnosticada precocemente, pode ter cura em até 100% dos casos.

“É essencial detectar o quanto antes a doença, não só para que o câncer seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança”, explica Dr. Sidnei Epelman, pai de Marco e Fernando e oncologista pediatra e presidente da TUCCA.

Como detectar a doença?

O principal sintoma é a leucocoria, caracterizada por um reflexo branco na pupila, conhecido como reflexo do olho de gato, presente em 90% dos casos diagnosticados. Essa mancha esbranquiçada impede a passagem de luz e, sem luz, as vias óticas não se desenvolvem e atrofiam. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão, fotofobia e dor ocular.

É importante que você faça o teste do olhinhos logos após seu filhos nascer e periodicamente até os cinco anos de idade dele. O ideal é que você procure um médico assim que perceber qualquer anormalidade nos olhos do filho.

O Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, do Hospital Santa Marcelina em parceria com aTUCCA, está equipado para oferecer opções terapêuticas de ponta, como a quimioterapia intra-arterial, uma técnica minimamente invasiva, que trabalha com doses muito menores de medicamentos e, consequentemente, menos efeitos colaterais.

Sidnei explica que o objetivo dessa técnica é conseguir salvar o olho do paciente. “É um privilégio ter a possibilidade de conseguir não só curar, mas salvar o olho da criança. O tratamento padrão é a enucleação (retirada do olho), mas com a quimioterapia intra-arterial podemos salvar o olho e a visão da criança”.

Em parceria com a TUCCA, o Departamento de Oncologia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina tornou-se referência internacional no tratamento do retinoblastoma. Eles realizam atendimento integral às crianças com retinoblastoma, sem qualquer custo ao paciente ou à sua família.

Dados estatísticos sobre retinoblastoma no Hospital Santa Marcelina/TUCCA

40% dos casos são hereditários 90% dos pacientes têm chances de cura quando o problema é detectado cedo 50% das ocorrências da doença ainda são diagnosticadas tardiamente 11% de casos neoplásicos 3ª maior incidência do tipo de câncer Meninos 122 | Meninas 101 Média de idade ao diagnóstico: 1 ano e 6 meses Média entre os primeiros sinais e sintomas até o diagnóstico: 5 meses Histórico de câncer na família: 65% Sim | 35% Não.

Por – Pais&Filhos – 18/09/2017


 

 

Cristo e outros pontos apagarão luzes para incentivar diagnóstico do Retinoblastoma

 

Para reforçar a importância do diagnóstico precoce e o conhecimento da população sobre o Retinoblastoma, tumor ocular mais comum na infância, foi instituído, por iniciativa da TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, o 18 de setembro como o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma.

Em alusão à cegueira que pode acometer as crianças caso a doença não seja diagnosticada precocemente, o Monumento ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ficará apagado por 10 minutos na segunda-feira, 18 de setembro, das 19h às 19h10, por mais um ano consecutivo.

A ação, que visa lembrar a importância da visão na vida do ser humano, é uma iniciativa da TUCCA, em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Outros importantes pontos turísticos em cidades como São Paulo e Brasília também irão participar da campanha. No mesmo dia, a Sala São Paulo fará uma ação de apagar suas luzes às 19h30. Na capital do país, a Torre de TV Digital de Brasília, conhecida como Flor do Cerrado, também será apagada por 10 minutos, às 19h30.

Sobre o Retinoblastoma

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, e pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários.

A doença acomete, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. Seu principal sintoma é a leucocoria, caracterizada pelo “reflexo de olho de gato”, percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Em parceria com o Hospital Santa Marcelina, a TUCCA mantém um Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, referência internacional no tratamento da doença.

Por – BASE10 – 16/09/2017


 

 

Cristo Redentor e outros pontos turísticos apagarão suas luzes para incentivar o diagnóstico precoce do Retinoblastoma

 

Para reforçar a importância do diagnóstico precoce e o conhecimento da população sobre o Retinoblastoma, tumor ocular mais comum na infância, foi instituído, por iniciativa da TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, o 18 de setembro como o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma.

Em alusão à cegueira que pode acometer as crianças caso a doença não seja diagnosticada precocemente, o Monumento ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ficará apagado por 10 minutos na segunda-feira, 18 de setembro, das 19h às 19h10, por mais um ano consecutivo.

A ação, que visa lembrar a importância da visão na vida do ser humano, é uma iniciativa da TUCCA, em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Outros importantes pontos turísticos em cidades como São Paulo e Brasília também irão participar da campanha. No mesmo dia, a Sala São Paulo fará uma ação de apagar suas luzes às 19h30. Na capital do país, a Torre de TV Digital de Brasília, conhecida como Flor do Cerrado, também será apagada por 10 minutos, às 19h30.

Sobre o Retinoblastoma

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, e pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários.

A doença acomete, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. Seu principal sintoma é a leucocoria, caracterizada pelo “reflexo de olho de gato”, percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Em parceria com o Hospital Santa Marcelina, a TUCCA mantém um Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, referência internacional no tratamento da doença.

Por – O DEMOCRATA – 15/09/2017


 

Bebê quase perde o olho, mas supera câncer raro com quimioterapia 

 

O pequeno Henzo Gabriel Mariano Silva tinha acabado de completar um ano de idade quando recebeu o diagnóstico de um raro tumor ocular. Por conta do reitnoblastoma, chegou bem perto de perder o olho esquerdo. A dois dias da cirurgia da retirada do órgão, os pais souberam da possibilidade de um tratamento e conseguiram manter o olho do filho.

O retinoblastoma é um câncer maligno que se desenvolve na retina, e é mais comum na primeira infância. A cada 14 mil crianças, uma pode ter a doença.

Segundo o ministério da saúde, cerca de 400 crianças por ano no Brasil, são diagnosticadas com o tumor, que p9ode ser congênito ou manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Estima-se que 40% dos casos sejam hereditários.

“Já tinha notado a coloração diferente no olho dele sempre que batia o reflexo de uma luz, mas nunca achei que fosse algo grave. Até que minhas tias sugeriram que procurasse um médico”, conta Jéssica Karla Silva, 25, mãe do Henzo.

A paulistana marcou para o filho uma consulta com o oftalmologista. A situação do pequeno era grave e a recomendação foi procurar o quando antes um oncologista infantil.

“Fique boquiaberta quando o médico disse que ele não enxergava com o olho esquerdo. Ele fazia tudo normalmente”, afirma a mãe, que disse que a “palavra carrega o peso da morte”.

A confirmação veio atrelada à retirada do olho como solução para o tumor. Com medo de o convenio recém-contratado não aprovasse a cirurgia, decidiu ir atrás de uma segunda opção.

Já com a cirurgia marcada, a mãe entrou em contato com a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer), e soube da existência de um tratamento.

Há pelo menos 5 anos a quimioterapia intra-arterial é oferecida em hospitais de referencia –tais como o Inca e a TUCCA. Desde então, segundo o Ministério da Saúde, a preservação do olho das crianças com o câncer passou de 20% para 80%.

“Ele é apenas um bebê. Tinha que tomar uma decisão e4 apostei todas as minhas fichas em uma alternativa que pudesse fazer meu filho voltar a enxergar um dia”.

Tratamento bem-sucedido, mas muitos sustos

Henzo foi submetido a uma quimioterapia intra-arterial. “Uma técnica bem menos invasiva, que permite a administração de doses menores dos medicamentos”, explica Sidnei Epelman, oncologista pediatra e presidente da TUCCA.

Ainda que os efeitos colaterais desse tipo de qu8imioterapia sejam menores, Henzo e sua família passaram por alguns sustos durante os seis meses de tratamento. A primeira sessão foi a mais tensa. Durante o procedimento, o pequeno teve problemas respiratórios.

Uma pneumonia prolongou sua estadia no hospital. Entre idas e vindas Henzo passou 32 dias internado na primeira fase.

Como conta Jéssica, as outras três aplicações froam mais tranquilas, apenas com perda de cabelo, e um pouco de enjoo.

“Não dá pra dizer que ele está 100% recuperado, porque o acompanhamento terá que ser contínuo. Mas até agora não há indícios de que o câncer esteja voltando”, conta a mãe, que também comemora a recuperação de 0,3 a 0,7% da visão do olho atingido pelo câncer.

Diagnóstico precoce

Atualmente, cerca de 50% dos casos diagnosticados no país dão identificados tardiamente, o que reduz as chances de tratamento e cura do tumor. “É essencial detectar o quanto antes a doença, não só para que o câncer seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança”, ressalta Epelman.

“Num passado não tão distante assim a retirada do olho era a única solução para as crianças com retinoblastoma. Hoje, no entanto, 72% dos pacientes que nos procuraram conseguem curar o câncer sem ter que tirar o olho e, consequentemente, com algum tipo de visão”, acrescenta o oncologista, que diz que a cirurgia de remoção só é adotada em casos que o tumor já está muito avançado.

O principal sintoma do retinoblastoma é a leucocoria –presente em 90% dos casos diagnosticados–, que é caracterizada por um reflexo branco na pupila, conhecido como “olho de gato”. Essa mancha esbranquiçada geralmente só é notada sob luz artificial, quando a pupila está dilatada, ou em fotos, quando o flash bate sobre os olhos.

Mas, como explica Epelman, o aparecimento dessas manchas já é um sinal de que a doença está em estágio avançado, o que minimiza as chances de o olho da criança ser salvo. Portanto, o especialista aponta a sensibilidade à luz (fotofobia) e o desvio ocular (estrabismo) como sinais de alerta. “É extremamente importante que, ao perceberem qualquer anormalidade nos olhos do filho, os pais procurem um médico o quanto antes.”

Larissa Leiros Baroni – UOL – 09/10/2017