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TUCCA participa da campanha Abrace o Brasil 

Organizada pela BrazilFoundation, iniciativa tem o intuito de incentivar a cultura de doação no País

A TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer está participando da campanha “Abrace o Brasil”, lançada pela BrazilFoundation em parceria com organizações que desenvolvem um importante trabalho social no País. A iniciativa pretende mobilizar uma rede internacional de apoiadores, arrecadar recursos e incentivar a cultura de doação.

Apesar de ter a oitava maior economia do mundo, o Brasil ocupa a 68ª posição no ranking mundial de doações, de acordo com o World Giving Index. Os números deixam claro que a filantropia tem muito potencial para se desenvolver e pode ser uma ferramenta poderosa para a construção de um país melhor.

A TUCCA desenvolve um trabalho de elevar as taxas de cura e melhorar a qualidade de vida de crianças e adolescentes carentes com câncer e está levantando recursos para oferecer, em parceria com o Hospital Santa Marcelina, assistência multidisciplinar de excelência para esses pacientes por meio do cuidado integral, assim como a preparação dessas crianças e jovens e de seus familiares para a continuidade de suas vidas após a doença.

O nome da campanha realizada pela Associação chama-se “Abrace a TUCCA pela cura do câncerinfantojuvenil” e terá como Embaixadoras a apresentadora Sabrina Sato, a chef Bel Coelho e a muser e youtuber Valentina Schulz, colaborando com a causa e ajudando a TUCCA a alcançar 100% de cura do câncerinfantojuvenil.

Para ajudar, basta fazer uma doação e divulgar a campanha nas redes sociais, mobilizando assim novos doadores. Para mais informações, acesse: abraceobrasil.org/pt-br/projetos/tucca/.

Sobre a TUCCA

A TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que oferece tratamento multidisciplinar de excelência a crianças e adolescentes carentes com câncer, sem custos ao paciente ou à família. Em 19 anos de atividade, já assistiu mais de 3.000 pacientes, atingindo taxas de cura próximas a 80%, índice 60% acima da média brasileira, igualado somente aos da Europa e dos Estados Unidos. Para otimizar recursos, a TUCCA mantém parceria com o Hospital Santa Marcelina e aplica os valores arrecadados direta e exclusivamente no tratamento, pesquisa, diagnóstico precoce e capacitação de profissionais. Também conta com uma equipe multidisciplinar que assiste o paciente e sua família durante todo o período do tratamento e até que fiquem completamente bem.

Facebook: facebook.com/tuccainstitucional

YouTube: www.youtube.com/tuccainstitucional

Website:www.tucca.org.br

Texto por: Blog do Patricio Nunes – 18/09/2017


 

 

Para alertar sobre cegueira, Cristo Redentor ficará apagado por 10 minutos

Ato visa conscientizar as pessoas sobre a Retinoblastoma, doença que já atinge 400 crianças anualmente no Brasil

Nesta segunda-feira, 18, o Cristo Redentor ficará apagado por 10 minutos, a partir das 19h. O ato busca chamar a atenção para o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, doença que atinge 400 crianças anualmente no Brasil.

A iniciativa partiu da Arquidiocese do Rio de Janeiro junto à Associação para Crianças e Adolescentes comCâncer (TUCCA). Com o ato, esperam reforçar a importância do diagnóstico precoce e sobre este tumor ocular que é muito comum na infância.

O retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina. Pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários. Crianças de até cinco anos de idade são as maiores vítimas. Quando diagnosticado precocemente, porém, o índice de cura pode chegar a 100%.

Os principais sintomas são leucocoria, que pode ser percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança. Outros sintomas são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Canção Nova Notícias – 18/09/2017 – Da redação, com Santuário Cristo Redentor


 

 

Cristo Redentor é apagado para alertar sobre cegueira que acomete crianças

Iniciativa é da Arquidiocese do Rio de Janeiro em parceria com a Associação para Crianças e Adolescentescom Câncer.

Nesta segunda-feira, 18 de setembro, o monumento ao Cristo Redentor fica apagado por 10min, a partir das 19h, em atenção ao Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, para conscientizar a sociedade sobre a cegueira que pode acometer as crianças caso a doença não seja diagnosticada precocemente.

A iniciativa da Arquidiocese do Rio de Janeiro, em parceria com a Associação para Crianças e Adolescentescom Câncer (TUCCA), visa reforçar a importância do diagnóstico precoce e o conhecimento da população sobre o tumor ocular mais comum na infância.

Sobre o Retinoblastoma

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, e pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários.

A doença acomete, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. Seu principal sintoma é a leucocoria, caracterizada pelo “reflexo de olho de gato”, percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança.

Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Por – DomTotal – 18/09/2017


 

 

Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma

Diagnóstico precoce do retinoblastoma e prevenção da cegueira infantil

O retinoblastoma é o câncer intraocular mais comum na infância. Acomete cerca de um em cada 20 mil nascidos vivos, com maior incidência nas crianças com menos de cinco anos de idade. Por iniciativa daAssociação para Crianças e Adolescentes com Câncer (TUCCA), a lei Nº 12.637 estabeleceu que 18 de setembro é Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma.

Esse tumor pode ocorrer em um olho ou em ambos, sendo que os bilaterais são sempre hereditários. A maioria dos casos de retinoblastoma ocorrem esporadicamente.

A apresentação mais comum da doença é a do reflexo ocular branco ou “sinal do olho do gato”. Outras manifestações da doença incluem o estrabismo, o eritema conjuntival e a diminuição da acuidade visual. Menos comumente pode se manifestar por celulite periorbitária, dilatação unilateral da pupila, heterocromia, nistagmos e atraso do crescimento.

O prognóstico depende, fundamentalmente, do estadio (extensão clínica da doença) em que é feito o diagnóstico. Mais de 90% dos casos de tumores intraoculares detectados em estadios iniciais são curáveis e em grande parte deles com preservação da visão.

No Brasil, infelizmente muitas vezes o diagnóstico ainda é realizado tardiamente, comprometendo o resultado final do tratamento.

O objetivo deste dia é chamar a atenção da comunidade científica e leiga para importância do diagnóstico precoce do retinoblastoma, visando mudar a realidade da doença no Brasil.

Por – EI! Anota Aí – 18/09/2017


 

 

Câncer ocular atinge crianças de até 5 anos

 

A gente não gosta de falar de assunto difícil. mas não tem jeito. Tem horas que a gente precisa encarar. Hoje é o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma. É importante você saber porque, de acordo com o Ministério da Saúde, esse câncer é responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil.

O retinoblastoma é um tipo de tumor maligno que se desenvolve na retina, pode ser hereditário ou não, causar cegueira ou até levar à morte. Por isso, a TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, promove uma forte campanha de conscientização e prevenção com o objetivo de disseminar o conhecimento sobre a doença já que, se diagnosticada precocemente, pode ter cura em até 100% dos casos.

“É essencial detectar o quanto antes a doença, não só para que o câncer seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança”, explica Dr. Sidnei Epelman, pai de Marco e Fernando e oncologista pediatra e presidente da TUCCA.

Como detectar a doença?

O principal sintoma é a leucocoria, caracterizada por um reflexo branco na pupila, conhecido como reflexo do olho de gato, presente em 90% dos casos diagnosticados. Essa mancha esbranquiçada impede a passagem de luz e, sem luz, as vias óticas não se desenvolvem e atrofiam. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão, fotofobia e dor ocular.

É importante que você faça o teste do olhinhos logos após seu filhos nascer e periodicamente até os cinco anos de idade dele. O ideal é que você procure um médico assim que perceber qualquer anormalidade nos olhos do filho.

O Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, do Hospital Santa Marcelina em parceria com aTUCCA, está equipado para oferecer opções terapêuticas de ponta, como a quimioterapia intra-arterial, uma técnica minimamente invasiva, que trabalha com doses muito menores de medicamentos e, consequentemente, menos efeitos colaterais.

Sidnei explica que o objetivo dessa técnica é conseguir salvar o olho do paciente. “É um privilégio ter a possibilidade de conseguir não só curar, mas salvar o olho da criança. O tratamento padrão é a enucleação (retirada do olho), mas com a quimioterapia intra-arterial podemos salvar o olho e a visão da criança”.

Em parceria com a TUCCA, o Departamento de Oncologia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina tornou-se referência internacional no tratamento do retinoblastoma. Eles realizam atendimento integral às crianças com retinoblastoma, sem qualquer custo ao paciente ou à sua família.

Dados estatísticos sobre retinoblastoma no Hospital Santa Marcelina/TUCCA

40% dos casos são hereditários 90% dos pacientes têm chances de cura quando o problema é detectado cedo 50% das ocorrências da doença ainda são diagnosticadas tardiamente 11% de casos neoplásicos 3ª maior incidência do tipo de câncer Meninos 122 | Meninas 101 Média de idade ao diagnóstico: 1 ano e 6 meses Média entre os primeiros sinais e sintomas até o diagnóstico: 5 meses Histórico de câncer na família: 65% Sim | 35% Não.

Por – Pais&Filhos – 18/09/2017


 

 

Cristo e outros pontos apagarão luzes para incentivar diagnóstico do Retinoblastoma

 

Para reforçar a importância do diagnóstico precoce e o conhecimento da população sobre o Retinoblastoma, tumor ocular mais comum na infância, foi instituído, por iniciativa da TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, o 18 de setembro como o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma.

Em alusão à cegueira que pode acometer as crianças caso a doença não seja diagnosticada precocemente, o Monumento ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ficará apagado por 10 minutos na segunda-feira, 18 de setembro, das 19h às 19h10, por mais um ano consecutivo.

A ação, que visa lembrar a importância da visão na vida do ser humano, é uma iniciativa da TUCCA, em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Outros importantes pontos turísticos em cidades como São Paulo e Brasília também irão participar da campanha. No mesmo dia, a Sala São Paulo fará uma ação de apagar suas luzes às 19h30. Na capital do país, a Torre de TV Digital de Brasília, conhecida como Flor do Cerrado, também será apagada por 10 minutos, às 19h30.

Sobre o Retinoblastoma

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, e pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários.

A doença acomete, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. Seu principal sintoma é a leucocoria, caracterizada pelo “reflexo de olho de gato”, percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Em parceria com o Hospital Santa Marcelina, a TUCCA mantém um Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, referência internacional no tratamento da doença.

Por – BASE10 – 16/09/2017


 

 

Cristo Redentor e outros pontos turísticos apagarão suas luzes para incentivar o diagnóstico precoce do Retinoblastoma

 

Para reforçar a importância do diagnóstico precoce e o conhecimento da população sobre o Retinoblastoma, tumor ocular mais comum na infância, foi instituído, por iniciativa da TUCCA – Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer, o 18 de setembro como o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma.

Em alusão à cegueira que pode acometer as crianças caso a doença não seja diagnosticada precocemente, o Monumento ao Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ficará apagado por 10 minutos na segunda-feira, 18 de setembro, das 19h às 19h10, por mais um ano consecutivo.

A ação, que visa lembrar a importância da visão na vida do ser humano, é uma iniciativa da TUCCA, em parceria com a Arquidiocese do Rio de Janeiro.

Outros importantes pontos turísticos em cidades como São Paulo e Brasília também irão participar da campanha. No mesmo dia, a Sala São Paulo fará uma ação de apagar suas luzes às 19h30. Na capital do país, a Torre de TV Digital de Brasília, conhecida como Flor do Cerrado, também será apagada por 10 minutos, às 19h30.

Sobre o Retinoblastoma

Responsável por atingir cerca de 400 crianças por ano no Brasil, o retinoblastoma é um tumor ocular maligno que se desenvolve na retina, e pode ser hereditário e afetar os dois olhos ou apenas um deles. Se forem bilaterais, os casos são sempre hereditários.

A doença acomete, em sua maioria, crianças de até 5 anos de idade. Pode causar cegueira e até a morte, porém pode ter cura em até 100% dos casos se diagnosticado precocemente. Seu principal sintoma é a leucocoria, caracterizada pelo “reflexo de olho de gato”, percebida geralmente quando o flash de foto incide sobre o olho da criança. Outros sintomas que podem aparecer são estrabismo, vermelhidão, deformação do globo ocular, baixa visão e dor ocular. É importante que os pais se atentem para a realização do teste do olhinho logo após o nascimento do bebê e periodicamente até os cinco anos.

Em parceria com o Hospital Santa Marcelina, a TUCCA mantém um Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, referência internacional no tratamento da doença.

Por – O DEMOCRATA – 15/09/2017


 

Bebê quase perde o olho, mas supera câncer raro com quimioterapia 

 

O pequeno Henzo Gabriel Mariano Silva tinha acabado de completar um ano de idade quando recebeu o diagnóstico de um raro tumor ocular. Por conta do reitnoblastoma, chegou bem perto de perder o olho esquerdo. A dois dias da cirurgia da retirada do órgão, os pais souberam da possibilidade de um tratamento e conseguiram manter o olho do filho.

O retinoblastoma é um câncer maligno que se desenvolve na retina, e é mais comum na primeira infância. A cada 14 mil crianças, uma pode ter a doença.

Segundo o ministério da saúde, cerca de 400 crianças por ano no Brasil, são diagnosticadas com o tumor, que p9ode ser congênito ou manifestar-se nos primeiros cinco anos de vida. Estima-se que 40% dos casos sejam hereditários.

“Já tinha notado a coloração diferente no olho dele sempre que batia o reflexo de uma luz, mas nunca achei que fosse algo grave. Até que minhas tias sugeriram que procurasse um médico”, conta Jéssica Karla Silva, 25, mãe do Henzo.

A paulistana marcou para o filho uma consulta com o oftalmologista. A situação do pequeno era grave e a recomendação foi procurar o quando antes um oncologista infantil.

“Fique boquiaberta quando o médico disse que ele não enxergava com o olho esquerdo. Ele fazia tudo normalmente”, afirma a mãe, que disse que a “palavra carrega o peso da morte”.

A confirmação veio atrelada à retirada do olho como solução para o tumor. Com medo de o convenio recém-contratado não aprovasse a cirurgia, decidiu ir atrás de uma segunda opção.

Já com a cirurgia marcada, a mãe entrou em contato com a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer), e soube da existência de um tratamento.

Há pelo menos 5 anos a quimioterapia intra-arterial é oferecida em hospitais de referencia –tais como o Inca e a TUCCA. Desde então, segundo o Ministério da Saúde, a preservação do olho das crianças com o câncer passou de 20% para 80%.

“Ele é apenas um bebê. Tinha que tomar uma decisão e4 apostei todas as minhas fichas em uma alternativa que pudesse fazer meu filho voltar a enxergar um dia”.

Tratamento bem-sucedido, mas muitos sustos

Henzo foi submetido a uma quimioterapia intra-arterial. “Uma técnica bem menos invasiva, que permite a administração de doses menores dos medicamentos”, explica Sidnei Epelman, oncologista pediatra e presidente da TUCCA.

Ainda que os efeitos colaterais desse tipo de qu8imioterapia sejam menores, Henzo e sua família passaram por alguns sustos durante os seis meses de tratamento. A primeira sessão foi a mais tensa. Durante o procedimento, o pequeno teve problemas respiratórios.

Uma pneumonia prolongou sua estadia no hospital. Entre idas e vindas Henzo passou 32 dias internado na primeira fase.

Como conta Jéssica, as outras três aplicações froam mais tranquilas, apenas com perda de cabelo, e um pouco de enjoo.

“Não dá pra dizer que ele está 100% recuperado, porque o acompanhamento terá que ser contínuo. Mas até agora não há indícios de que o câncer esteja voltando”, conta a mãe, que também comemora a recuperação de 0,3 a 0,7% da visão do olho atingido pelo câncer.

Diagnóstico precoce

Atualmente, cerca de 50% dos casos diagnosticados no país dão identificados tardiamente, o que reduz as chances de tratamento e cura do tumor. “É essencial detectar o quanto antes a doença, não só para que o câncer seja curado, mas também para preservar o olho e a visão da criança”, ressalta Epelman.

“Num passado não tão distante assim a retirada do olho era a única solução para as crianças com retinoblastoma. Hoje, no entanto, 72% dos pacientes que nos procuraram conseguem curar o câncer sem ter que tirar o olho e, consequentemente, com algum tipo de visão”, acrescenta o oncologista, que diz que a cirurgia de remoção só é adotada em casos que o tumor já está muito avançado.

O principal sintoma do retinoblastoma é a leucocoria –presente em 90% dos casos diagnosticados–, que é caracterizada por um reflexo branco na pupila, conhecido como “olho de gato”. Essa mancha esbranquiçada geralmente só é notada sob luz artificial, quando a pupila está dilatada, ou em fotos, quando o flash bate sobre os olhos.

Mas, como explica Epelman, o aparecimento dessas manchas já é um sinal de que a doença está em estágio avançado, o que minimiza as chances de o olho da criança ser salvo. Portanto, o especialista aponta a sensibilidade à luz (fotofobia) e o desvio ocular (estrabismo) como sinais de alerta. “É extremamente importante que, ao perceberem qualquer anormalidade nos olhos do filho, os pais procurem um médico o quanto antes.”

Larissa Leiros Baroni – UOL – 09/10/2017