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Campanha Internacional de Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma

 

O histórico de ações da associação com foco no atendimento integral aos pacientes com retinoblastoma teve início em 2001 quando a TUCCA idealizou e lançou a Campanha de Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma, beneficiando pacientes de diversas partes do país, já traduzida para diversos idiomas e veiculada nos cinco continentes.

Com o mote “Fotografe seu filho com flash”, a campanha ensinava à população que uma simples foto pode revelar a doença, já que o olho afetado aparece com uma mancha branca, reflexo do próprio tumor. De lá para cá, a iniciativa teve grande repercussão, tanto fora quanto dentro do Brasil.

O filme elaborado para divulgar a campanha, com 30 segundos de duração, já foi traduzido para mais de quinze idiomas – inglês, francês, espanhol, italiano, árabe, hindu, alemão, hebraico, suahili, tagalog, entre outros. Além disso, a TUCCA mantém um toll-free para esclarecer dúvidas sobre a doença: 0800-770-4665. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 400 novos casos desse tipo de tumor ocular são diagnosticados por ano no Brasil.

 

18 de Setembro: Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma

 

Por iniciativa da TUCCA, o dia 18 de setembro foi instituído como o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma

Referência internacional no tratamento desse tumor ocular, o mais comum na infância, a TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer), em parceria com o Hospital Santa Marcelina, promove campanha em prol do diagnóstico precoce do retinoblastoma, que tem cura em até 100% dos casos

Comemorado em 18 de setembro, o Dia Nacional de Conscientização e Incentivo ao Diagnóstico Precoce do Retinoblastoma foi instituído pela TUCCA para educar a população brasileira e os profissionais da saúde sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer ocular mais comum na infância. O objetivo da campanha é salvar a visão e a vida de centenas de pequenos Brasil afora. Isso porque o retinoblastoma pode causar cegueira e até levar a criança à morte.

Além disso, o número de crianças identificadas tardiamente com o problema, quando a doença já está em um estágio avançado, ainda é muito alto no país, cerca de 50%, o que reduz as chances de tratamento e cura do tumor. O que pouca gente sabe é que, se a doença for diagnosticada precocemente, pode ter cura em até 100% dos casos.

O incentivo à adoção do teste do olhinho pelos pediatras é outra bandeira da campanha. O exame deve ser realizado periodicamente, uma vez que a doença é mais comum em crianças de 0 a 5 anos. O teste do olhinho é simples e pode levantar a suspeita da existência do tumor, algo a ser confirmado por um oftalmologista por meio do exame de fundo de olho. Em estágio avançado, o retinoblastoma muitas vezes é revelado em uma simples foto com flash, pois o olho afetado aparece com uma mancha branca, que é o reflexo tumor. Neste estágio, as chances de cura são menores.

O Departamento de Oncologia Pediátrica do Hospital Santa Marcelina em parceria com a TUCCA  tornou-se referência internacional no tratamento do retinoblastoma, que é realizado no Centro de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma, localizado em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo.

Realizamos o atendimento integral das crianças com retinoblastoma, sem qualquer custo ao paciente ou à sua família. Atendemos todas as necessidades em termos de diagnóstico, tratamento e reabilitação.

Segundo Dr. Sidnei Epelman, oncologista pediatra e idealizador da iniciativa: “É um privilégio ter a possibilidade de conseguir não só curar, mas salvar o olho da criança. O tratamento padrão é a enucleação (retirada do olho), mas com a quimioterapia intra-arterial podemos salvar o olho e a visão da criança”.

O tratamento que a TUCCA oferece, em parceria com o Hospital Santa Marcelina, é comparado ao oferecido nos Estados Unidos e em algumas cidades da Europa. A observação foi feita por um dos maiores oncologistas pediátricos do mundo, Dr. Ira Dunkel, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, durante visita ao Brasil este ano para participar do Simpósio Internacional de Atenção Integral à Criança com Retinoblastoma. “Estive no Hospital Santa Marcelina em  2011, quando foi inaugurado o primeiro centro especializado em tratamento do retinoblastoma do Brasil. O nível de tratamento oferecido aqui é altíssimo. O nível equipe de oncologia pediátrica, a tecnologia e a abordagem multidisciplinar são fundamentais para o sucesso no tratamento da doença e é comparado ao que nós vemos, diariamente, nos grandes centros de oncologia pediátrica de Nova York, por exemplo”, revela o médico.